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É com redobrado prazer, que em meu nome e do Conselho de Administração da ACTASEGUROSÒ, lhe damos as Boas Vindas.
O conceito de seguro
perde-se na bruma dos tempos, contando-se que foi na Grécia e em Roma que existiram
formas muito próximas daquilo que hoje entendemos como seguro. O primeiro
contrato conhecido data de 1347, mas existem nos arquivos da cidade de Génova
diferentes documentos, como uma quitação de 1329, que são interpretados como
sendo contratos de seguro.
Também Portugal não se
atrasou com essa “inovação” e entre 1367 e 1383, uma Lei do reinado de D.
Fernando tornava obrigatório o seguro marítimo relativo a todos os navios de
mais de cinquenta toneladas existentes no País. As quotizações eram entregues
debaixo do conceito de mutualidade, sendo praticada a percentagem de duas
coroas por cem dos lucros da viagem.
Hoje em dia existem
espalhadas pelo Mundo milhares de Seguradoras, das quais mais de duzentas e
cinquenta Companhias em Portugal, o que torna difícil e complicada uma escolha
acertada, para um leigo na matéria. Não gostaríamos de falar nos diferentes
produtos que as Seguradoras disponibilizam, nomeadamente aquela Companhia que
possui mais de duas dúzias de seguros multiriscos de
habitação, diferentes entre si, nem tão pouco da falta de profissionalismo das
seguradoras telefónicas ou intermediários bancários, mas antes da verdadeira Independência, Qualidade e Responsabilidade que o corretor de seguros e em particular esta
Sociedade que represento, lhe tem para oferecer.
Os nossos técnicos apresentam-lhe em
seguida, alguns temas que desde já reputamos do nosso maior interesse, como
sejam a definição clara de alguns termos na gíria seguradora, nomeadamente a
definição de Furto e/ou Roubo, de Danos de Água e Inundação e saber que o
seguro de Danos Próprios em Automóvel é apenas válido em Portugal.
São estas e outras
questões que nos levam a ter o crédito de perto de 10.000 Clientes que há mais
de 35 anos nos entregam a corretagem das suas apólices.