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Temos gostos caros, para com os nossos clientes

Quando a partir de 01 de Junho deste ano, o capital mínimo do seguro obrigatório de responsabilidade civil automóvel aumentar em 460.000€ fruto não da Covid nem da Guerra nos Balcãs, mas antes da Directiva (EU)2009/103/CE do Parlamento Europeu  e do Conselho, dos idos 15 de Setembro 2009, então e de novo lá os astros estão alinhados para que sejam uma vez mais os mediadores ou corretores a darem o corpo ás “balas”, porque já se começam ao longe a ver as avestruzes a cavar a areia, para esconderem a cabeça.

Como sabemos desde a apresentação, ás diferentes simulações que temos de fazer para eleger aquela que na relação qualidade preço melhor se adequará ao caso especifico, até á posterior emissão da apólice e tudo o relacionado á normal gestão do contrato passa pelas mãos e pelos bolsos destes profissionais qualificados e devotados.

Não devemos escamotear os nossos fornecedores no caso em apreço as seguradoras que de pau feito lá vão negociar com os resseguradores ao estrangeiro e regressam de lá feitos em pau porque naturalmente o mercado português pela sua reduzida dimensão comparativa pouco ou nada traz em termos de cifrões a essa entidades.

Ora como temos constatado nos últimos tempos assiste-se a que os bons profissionais saem das seguradoras e iniciam a actividade na mediação. Outros há que se mantem por lá, pelo facto da reforma estar-lhes a bater á porta ou outra situação, mas nunca esquecendo  que podem contar com eles das 9 ás 17 horas de segunda á sexta. Não vamos falar dos que entram na portaria da companhia de costas, isto é nunca os colegas sabem se estão a chegar ou a partir.

São estes que para fazerem negócios andam de volta dos mediadores e corretores a pedirem para trabalharem para eles ou quando os não recebem numa determinada altura, informam que já não pagam a over comission. Por certo sabem do procedimento deste e doutros azeiteiros que poluem o mercado, como tambem em contratos intervencionados por mediadores ou e corretores, denunciam por alegada sinistralidade e apresentam-se muito penitentes juntos dos Clientes, oferecendo-lhes os seguros directamente (para não pagarem comissões) e deixando o Cliente ao Deus dará, ou este de volta do mediador suplicando para que este lhe continue a dar SERVIÇO, ATENÇÃO e DISPONIBILIDADE que deixou de ter.

Efectivamente há seguradoras que deveriam mudar (uma vez mais o nome) para batel p.e..

Á corja de gente que vive á custa do trabalho dos mediadores e corretores e só os reconhece em reuniões de treta para depois os apunhalarem, mandá-los-ia para a pequena cesta que havia no alto dos barcos  dos antigos descobridores e da qual olvidei agora o nome.

De lá poderiam ver o trabalho destrutivo feito sistematicamente para com esta Classe.

Contudo e há que enaltecer, a APROSE tem gostos caros, porque possui associados que valem Ouro e isso ninguém pode contestar.

Jornal Economico,
Luiz Filipe

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